quarta-feira, 27 de agosto de 2014

GLOBALIZAÇÃO!

O que eu pensava sobre Globalização:

Que trata-se de um fenômeno que criou pontos em comum nas  vertentes,econômicas,culturais e politica nos países,e que consequentemente tornou o mundo interligado. 


Conceito de Globalização segundo o texto: " A Globalização nas Organizações"

A Globalização é o assunto do momento,aparecendo nos circuitos intelectuais e nos meios de comunicações,tornando possível a união de países e povos,pois é um fenômeno de interação econômica,social e politica.


Esse texto só concretizou meus pensamentos a respeito da Globalização.


Fonte: http//impactoorganizacional.blogspot.com.br/2009/10/globalização-nas-organizacoes.htm/

Jesiane Rodriguês


Um pouquinho sobre EIKE BATISTA

Pobre sou eu, mas quem perdeu R$ 46 bilhões de um ano pra cá foi ele. E agora Eike não tem mais como se manter. Pelo menos não na lista dos 100 mais ricos do mundo. A fortuna dele está em R$ 22 bilhões (US$ 10,7 bi), segundo a Bloomberg. É só um terço do que tinha em março de 2012.
Até outros brasileiros deixaram ele para trás. Pela direita, passou o banqueiro Joseph Safra (US$ 12 bilhões),  veterano nas listas de mais ricos do mundo. Pela esquerda, veio a empreiteira Dirce Camargo (US$ 13,8 bilhões), da Camargo Corrêa. E quem passou voando mesmo por Eike foi o cervejeiro, hamburgueiro e agora vendedor de catchup Jorge Paulo Lemann. Com US$ 19,8 bilhões, o criador da Ambev, dono do Burger King e sócio de Warren Buffett na Heinz é quem ostenta o troféu de mais rico do país.
Bom, se juntar bilhões é um esporte – e é mesmo – um jeito de achar a resposta é analisar como foi a carreira dele desde as “categorias de base” dessa modalidade.
Eike ficou rico quando tinha praticamente a idade do Thor Batista. Aos 23 anos, abandonou a faculdade de engenharia na Alemanha para tentar ganhar dinheiro com o ouro da Amazônia. Era o auge do garimpo lá, no começo dos anos 80. Teve até filme dos Trapalhões sobre o fenômeno.
Eike, então, fez como Didi, Dedé, Mussum e Zacarias: foi tentar a sorte no garimpo. Pediu US$ 500 mil emprestados a dois amigos joalheiros para se estabelecer como comerciante de ouro no meio do mato. Comprava ouro na Amazônia e revendia no Sudeste. Em pouco tempo, os US$ 500 mil viraram US$ 6 milhões. É mais dinheiro do que parece. US$ 6 milhões do começo dos anos 80 equivalem a US$ 15 milhões de hoje. Trinta milhões de reais. Não tinha nem 25 anos e já estava com quase tanto dinheiro quanto o Renato Aragão.
Em vez de torrar esses milhões vivendo a melhor juventude que o dinheiro pudesse comprar, Eike fez o que parecia menos sensato: gastou tudo em máquinas que faziam extração mecânica de ouro. E os US$ 6 milhões viraram US$ 1 milhão. Por mês. Três milhões de reais em dinheiro de hoje. Por mês (repito aqui pra dar um tom dramático – merece).
Ele não parou nisso. Claro. Comprou mais minas, mais máquinas, ficou sócio de empresas peso-pesado da mineração e, com 40 e poucos anos, chegou ao primeiro bilhão de dólares. Entrou para a Fórmula 1 do dinheiro.

eike pobre

Fonte: http://www.xonei.com.br/entenda-como-eike-batista-ficou-rico-aos-23-anos-e-aos-56-esta-voltando-a-ficar-pobre/

Jesiane Rodriguês

Influencia da Cultura nas Organizações

Até que ponto a cultura influencia na gestão empresarial?

O Econômico esta entrelaçado ao social e ao cultural. O comercio de um determinado local vai girar em torno da cultura e do momento.


Jesiane Rodriguês

terça-feira, 27 de maio de 2014



Música de Trabalho

Legião Urbana

Sem trabalho eu não sou nada
Não tenho dignidade
Não sinto o meu valor
Não tenho identidade
Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade
Tem gente que não tem nada
E outros que tem mais do que precisam
Tem gente que não quer saber de trabalhar
Mas quando chega o fim do dia
Eu só penso em descansar
E voltar p'rá casa pros teus braços
Quem sabe esquecer um pouco
De todo o meu cansaço
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar
Sei que existe injustiça
Eu sei o que acontece
Tenho medo da polícia
Eu sei o que acontece
Se você não segue as ordens
Se você não obedece
E não suporta o sofrimento
Está destinado a miséria
Mas isso eu não aceito
Eu sei o que acontece
Mas isso eu não aceito
Eu sei o que acontece
Quando chega o fim do dia
Eu só penso em descansar
E voltar p'rá casa pros teus braços
Quem sabe esquecer um pouco
Do pouco que não temos
Quem sabe esquecer um pouco
De tudo que não sabemos

Comentário do trecho: 

"Sem trabalho eu não sou nada
Não tenho dignidade
Não sinto o meu valor
Não tenho identidade"

Quando a pessoa tem um emprego, sente-se capaz, produtiva, merecedora daquilo que consegue, portanto digna. Essa é expressão básica do pensamento de filósofos e sociólogos nos séculos XIX e XX. O sentido deste trecho é de que o trabalho é que torna o homem digno de sua condição humana, bom chefe de família e bom cidadão

O TRABALHO COMO INSTITUIÇÃO SOCIAL

         A instituição social, segundo alguns autores é a forma de organização, observada por padrões de comportamentos delimitado por normas e valores específicos, sendo marcada por finalidades próprias, além de uma estrutura modificada.
            O trabalho não só pode como deve ser considerado uma instituição social já que se trata de um conjunto de atividades realizadas pelo esforço feito por determinados indivíduos, possibilitando a estes a demonstração de ações, iniciativas, além do desenvolvimento de sua determinada empresa, como também no seu próprio crescimento. Mariana